Estudos 1 a 7
- 1A volta diante de Pôncio PilatosO último dia até a crucificaçãoLucas 23.6-12
- 2A libertação de um prisioneiroO último dia até a crucificaçãoMateus 27.15-19
- 3A obstinação do Sinédrio, condenação oficialO último dia até a crucificaçãoMateus 27.20-25
- 4Os diversos maus-tratos e a flagelaçãoO último dia até a crucificaçãoMateus 27.26-31
- 5Os esforços de Pilatos para salvar JesusO último dia até a crucificaçãoJoão 19.4
- 6O título de PilatosO último dia até a crucificaçãoLucas 23.37-38
- 7A visita dos representantes do Sinédrio a PilatosO último dia até a crucificaçãoMateus 27.62-66
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PER344
O retorno diante de Pôncio Pilatos
A perícope PER344 analisa o retorno de Jesus diante de Pôncio Pilatos depois de sua comparecência diante de Herodes Antipas, episódio relatado somente por Lucas. Pilatos, não encontrando nenhuma falta punível com a morte segundo o direito romano, tenta resistir à pressão dos líderes religiosos judeus. O artigo propõe uma reconstituição cronológica precisa da manhã da sexta-feira da Paixão e levanta a questão linguística das conversas entre Jesus e Pilatos, provavelmente realizadas em grego.
Lucas 23.1-5 (Bíblia Livre) :E levantando-se toda a multidão deles, o levaram a Pilatos.E começaram a acusá-lo, dizendo: Encontramos este homem ,que perverte a nação, e proíbe dar tributo a César, dizendo que ele mesmo é Cristo, o Rei.E Pilatos lhe perguntou, dizendo: Tu és o Rei dos judeus?E respondendo, ele lhe disse: Tu o dizes.E Pilatos disse aos chefes dos sacerdotes, e às multidões: Não acho culpa nenhuma neste homem.Mas eles insistiam, dizendo: Ele incita ao povo, ensinando por toda a Judeia, começando desde a Galileia até aqui.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER345
A libertação de um prisioneiro
Durante o julgamento de Jesus diante de Pôncio Pilatos, o governador romano tenta aproveitar o costume pascal de libertar um prisioneiro para evitar condenar Jesus. Ele propõe à multidão escolher entre Jesus e Barrabás, um criminoso notório, convencido de que o povo fará a escolha certa. A intervenção de sua mulher reforça suas hesitações. Esta cena, atestada pelos quatro evangelhos, ilustra a manipulação das autoridades religiosas e prefigura teologicamente a substituição redentora.
João 18.39-40 (Bíblia Livre) :Mas vós tendes por costume que eu vos solte um pela páscoa. Quereis pois que vos solte ao Rei dos Judeus?Voltaram pois todos a clamar, dizendo: Não a este, mas a Barrabás!E Barrabás era um ladrão.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER346
O encarniçamento do Sinédrio, condenação oficial
PER346 analisa a condenação oficial de Jesus por Pôncio Pilatos sob a pressão obstinada do Sinédrio. Em Jerusalém, na sexta-feira de manhã, a multidão, manipulada pelos líderes religiosos, exige a crucificação. Pilatos, encurralado politicamente, cede apesar da ausência de motivo válido. O estudo aborda as irregularidades do processo e a questão cronológica da «hora sexta» em João 19.14, por meio de uma abordagem sinótica dos quatro evangelhos.
João 19.4-16 (Bíblia Livre) :Saiu pois Pilatos outra vez fora, e disse-lhes: Eis que eu o trago para fora até vós, para que saibais que nenhum crime acho nele.Jesus foi pois trazido para fora, levando a coroa de espinhos, e a roupa vermelha-roxa. E Pilatos disse-lhes: Eis aqui o homem.Quando então os chefes dos sacerdotes e os trabalhadores o viram, eles clamaram, dizendo: Crucifica -o ! Crucifica -o ! Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós, e crucificai -o ; porque eu nenhum crime acho nele.Responderam-lhe os Judeus: Nós temos Lei, e segundo nossa Lei ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus.Quando pois Pilatos ouviu esta palavra, ficou mais atemorizado.E entrou outra vez no tribunal, e disse a Jesus: De onde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta.Disse-lhe pois Pilatos: Não falas comigo? Não sabes que tenho poder para te crucificar, e tenho poder para te soltar?Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se não te fosse dado de cima; portanto o que me entregou a ti tem maior pecado.Desde então Pilatos procurava soltá-lo; mas os Judeus clamavam, dizendo: Se soltas a este, não és amigo de César; qualquer que se faz Rei, contradiz a César.Então Pilatos, ouvindo este dito, levou fora a Jesus, e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Litóstrotos, ou pavimento ,e em hebraico Gabatá.E era a preparação da páscoa, e quase à hora sexta, e disse aos Judeus: Eis aqui vosso Rei!Mas eles bradaram: Tira, tira, crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Crucificarei a vosso Rei?Responderam os chefes dos sacerdotes: Não temos outro rei, a não ser César.Então o entregou a eles, para que fosse crucificado. E tomaram a Jesus, e levaram -no.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER347
Os diversos maus-tratos e a flagelação
PER347 analisa a flagelação e os maus-tratos infligidos a Jesus no pretório de Pôncio Pilatos, na manhã de sexta-feira da Paixão. Prática romana padronizada que precedia a crucificação, esse suplício é acompanhado de zombarias dos soldados (coroa de espinhos, manto de púrpura). O artigo compara os relatos de Mateus, Marcos, Lucas e João numa abordagem sinótica, destacando a violência institucional romana e a dignidade conservada por Jesus apesar dos ultrajes.
Mateus 27.22 (Bíblia Livre) :Pilatos lhes disse: Que, pois, farei de Jesus, que é chamado Cristo? Todos lhe disseram: Seja crucificado!Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER348
Os esforços de Pilatos para salvar Jesus
A perícope PER348 analisa as tentativas repetidas de Pôncio Pilatos de salvar Jesus durante o julgamento diante do pretório em Jerusalém, numa sexta-feira de manhã. Baseada principalmente em João 19.4-15, ela reconstitui as pressões políticas e religiosas que levam Pilatos a condenar Jesus apesar da sua convicção de que ele era inocente. Esta passagem revela a tensão entre justiça, poder político e autoridade religiosa durante a Paixão de Cristo.
João 19.8-9 (Bíblia Livre) :Quando pois Pilatos ouviu esta palavra, ficou mais atemorizado.E entrou outra vez no tribunal, e disse a Jesus: De onde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER349
O titulus de Pilatos
O titulus de Pilatos é a placa colocada na cruz de Jesus com a inscrição 'Jesus de Nazaré, o rei dos judeus', redigida em hebraico, latim e grego. Pilatos impõe essa formulação apesar do protesto dos principais sacerdotes, afirmando assim uma autoridade simbólica depois de ter cedido quanto à condenação. Esse ato revela uma ironia trágica: a inscrição proclama publicamente a realeza de Jesus no exato momento de sua morte.
João 19.15 (Bíblia Livre) :Mas eles bradaram: Tira, tira, crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Crucificarei a vosso Rei?Responderam os chefes dos sacerdotes: Não temos outro rei, a não ser César.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org -
PER363
A visita dos representantes do Sinédrio a Pilatos
Episódio exclusivo de Mateus, esta perícope relata a visita dos representantes do Sinédrio a Pilatos no sábado de manhã para obter uma guarda para o túmulo de Jesus. Temendo um boato de ressurreição, mandam selar o sepulcro. Pilatos, pragmático, cede ao pedido deles. Este episódio revela as tensões entre o poder religioso judaico e a autoridade romana, e prepara diretamente o relato da ressurreição.
Marcos 15.42-47 (Bíblia Livre) :E quando já vinha o final da tarde, porque era a preparação, que é o dia antes de sábado,Veio José de Arimateia, honrado membro do conselho, que também esperava o Reino de Deus, e com ousadia foi a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus.Pilatos se surpreendeu de que já fosse morto. E chamou a si o centurião, e perguntou-lhe se já era morto já havia muito tempo.Quando ele recebeu a explicação do centurião, deu o corpo a José,o qual comprou um lençol fino, e tirando-o da cruz, envolveu-o no lençol fino. Em seguida, ele o pôs num sepulcro escavado em uma rocha, e rolouuma pedra à porta do sepulcro.Maria Madalena e Maria mãe de José olharam onde o puseram.Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018 — licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil — texto: eBible.org